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	<title>Bloco de Esquerda / Seixal</title>
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	<description>Portal do Bloco de Esquerda Seixal</description>
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		<title>Sessão Pública de Esclarecim​ento: &#8211; CRISE! Que respostas? Que Soluções</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 23:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coordenadora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Iniciativas]]></category>
		<category><![CDATA[seixal]]></category>
		<category><![CDATA[setúbal]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparece!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2643" href="http://blocoesquerdaseixal.org/caminhando/agenda/seixal-respostas-crise-1-2/"><img class="alignnone size-medium wp-image-2643" title="Sessão Pública de Esclarecim​ento: - CRISE! Que respostas? Que Soluções?" src="http://blocoesquerdaseixal.org/caminhando/wp-content/uploads/2009/03/seixal-respostas-crise-1-388x570.jpg" alt="" width="388" height="570" /></a></p>
<p>Aparece!</p>
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		<title>A TROIKA SÃO OS NOVOS CARRASCOS DOS POVOS!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 18:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coordenadora</dc:creator>
				<category><![CDATA[seixal]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Exploração até ao tutano &#160; Eles não querem sociedades organizadas, desenvolvimento harmonioso e equilibrado. O que lhes dá milhões são as políticas de pilhagem das matérias-primas. O que lhes dá milhões são as políticas de escravatura dos trabalhadores portugueses, chineses, indianos, vietnamitas etc. Quando estes conseguirem impor mais direitos, melhores salários, eles então vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>
<p><strong> Exploração até ao tutano</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles  não querem sociedades organizadas, desenvolvimento harmonioso e  equilibrado. O que lhes dá milhões são as políticas de pilhagem das  matérias-primas. O que lhes dá milhões são as políticas de escravatura  dos trabalhadores portugueses, chineses, indianos, vietnamitas etc.  Quando estes conseguirem impor mais direitos, melhores salários, eles  então vão virar-se para África e começar aí a investir, não para ajudar a  desenvolver esses países, mas sim para explorar a sua mão-de-obra.</p>
<p>Todas  estas formas de organização económica, social, militar, administrativa,  cultural, são o “cancro” das civilizações, das guerras, das  desigualdades profundas, da miséria, da fome e das mortes de milhões de  cidadãos que, muitos nascem e morrem sem nunca trabalharem. Não porque  não queiram, mas porque nos seus espaços de vivência não há.</p>
<p>Chegámos  à situação em que se dá todo o valor aos mercados financeiros. À defesa  do dinheiro para uns quantos, lançando milhões e milhões de seres na  vida degradante, na miséria extrema e na morte.</p>
<p>O sistema  capitalista e financeiro, liderado pelo FMI, BCE e Alemães, são os novos  e dissimulados hitlerianos, que hoje já não necessitam de abrir valas  comuns, porque isso custaria dinheiro que o mercado não aconselha por  ser um investimento não rentável, para as suas vítimas que morrem a céu  aberto por esses países fora. Os senhores cifrões, não têm coração, no  seu lugar têm o cifrão. Solidariedades não conhecem. As suas receitas  são para SALVAREM OS INTERESSES FINANCEIROS E ENVIAREM PARA A MORTE  LENTA OS POVOS. Nem entre eles próprios há solidariedade, pois quando  algum deles está em má situação não o salvam, A RECEITA É O JURO AGIOTA,  preparando o seu aniquilamento. Matam-no economicamente comprando pelo  preço mais baixo possível e ou juro AGIOTA. Se for de borla, muito  melhor.</p>
<p>Esta política sem rosto, mas sobretudo sem coração, na  ganância do lucro, de manter os elevados lucros à escala mundial, cava  cada dia que passa mais desigualdades<strong>. Hoje os seres vivos quase não têm por onde escolher uma vida melhor.</strong> Quando um país, mesmo com o seu sistema económico capitalista (hoje são  todos à escala do planeta), está quase na cova, fruto das suas  políticas. Eles, os financeiros, não o ajudam a salvar. Eles não  emprestam, vendem, dinheiro que não é deles, cobrando juros agiotas, e  quando desconfiam que os seus parceiros não têm condições de pagar,  deixam-nos cair, não vendem mais dinheiro. Mas de quem é o dinheiro que  eles dizem emprestar? É dos cidadãos. É dos impostos que cada cidadão  paga, e que os governos especulam com ele, como se fosse sua  propriedade. Os financeiros, através dos governos dos países por esse  mundo fora, foram roubar o dinheiro dos nossos impostos, quando estavam  em risco de falência, devido aos seus negócios especulativos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Contradições Antagónicas</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta  é também uma das grandes contradições do sistema capitalista. Na sua  política de sugar, sugar, vão matando tudo à sua volta, seres e planeta,  mas vão também cavando o buraco onde vão inevitavelmente cair. Qual é o  buraco? É o da revolta humana contra este sistema vampírico, desumano,  ignóbil e anti &#8211; solidário.</p>
<p>Foi e é este sistema de ideias que tem  sido a causa principal dos êxodos rurais, das imigrações e emigrações.  As pessoas fogem dos lugares onde estão, porque não tendo trabalho, não  tendo ajudas suficientes para manter as suas famílias, terão que se  deslocar para outros (cada vez menos) locais com a esperança de  encontrar melhores condições de sobrevivência.</p>
<p>Outras deslocar-se-ão por motivos políticos, religiosos, sexuais, culturais etc. Mas a sua grandeza é diminuta.</p>
<p>O  desemprego, a falta de ajudas, a redução nos direitos e nas ajudas, as  casas que não se conseguem pagar, as rendas de casa incomportáveis  quando há milhares de casas fechadas e desocupadas, a falta de trabalho,  quando há no planeta tanto para fazer e para o salvar da gula do  capitalismo financeiro, é o Tsunami que temos que vencer.</p>
<p>O  capitalismo financeiro vive da desorganização das sociedades, da divisão  social, do desregulamento das sociedades, da anarquia e do caos. <strong>Eles são os descendentes de Hitler. Matam as pessoas, mas agora nas suas próprias casas, nas barracas, nas ruas ou nos campos.</strong></p>
<p><strong>Não  precisam de “gastar” dinheiro a construir campos de concentração, assim  são mais dissimulados nas formas; as mortes parecem naturais, mas os  objectivos são os mesmos. Eles são os seres “superiores”. Todos os  outros seres são a carne para alimentar a sua máquina de obtenção de  lucro máximo. Esta máquina (capitalismo financeiro) é a principal causa  de todos os desequilíbrios nos países, à escala global e por inerência,  de todos os males que os seres vivos sofrem no planeta.</strong></p>
<p>A  solução não é matar-nos, não é expulsar seres deste ou daquele país,  não será ir embora para outro país (podemos ir), mas sim, aqui e em  todos os países, ou seja, globalmente no planeta, dizer BASTA E  ORGANIZAR-NOS SOCIALMENTE. Esses movimentos sociais existem em cada  país. Eles serão cada vez mais fortes e poderosos se convergirem e  tomarem a consciência de que tudo o que existe no planeta é para servir  todos os seres do planeta. O sol, como tudo o resto no planeta, é de  todos, para todos servir e não é pertença de alguns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Francisco Tomás</p>
</div>
</div>
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		<title>Algumas Perguntas A Um Homem Que É Primeiro-Ministro!</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Sep 2011 16:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coordenadora</dc:creator>
				<category><![CDATA[seixal]]></category>

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		<description><![CDATA[Socorro-me de um poema de B. Brechet, no qual faço umas quantas alterações, face à nossa situação Portuguesa actual. &#160; Algumas perguntas a um &#8220;homem bom&#8221; &#160; Bom, mas para quê? Sim, não és venal, mas o raio Que sobre a casa cai também Não é venal. &#160; Nunca renegas o que disseste. Mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Socorro-me de um poema de B. Brechet, no qual faço umas quantas alterações, face à nossa situação Portuguesa actual.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas perguntas a um &#8220;homem bom&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bom, mas para quê<strong>?</strong></p>
<p>Sim, não és venal, mas o raio Que sobre a casa cai também</p>
<p>Não é venal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nunca renegas o que disseste.</p>
<p>Mas que disseste<strong>?</strong></p>
<p>És de boa fé, dás a tua opinião.</p>
<p>Que opinião<strong>?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tens coragem.</p>
<p>Contra quem<strong>?</strong></p>
<p>És cheio de sabedoria.</p>
<p>Para quem<strong>?</strong></p>
<p>Não olhas aos teus interesses.</p>
<p>Aos de quem olhas<strong>?</strong></p>
<p>És um bom amigo.</p>
<p>Sê-lo-ás do bom povo<strong>?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Escuta, pois: nós sabemos</p>
<p>Que és nosso inimigo. Por isso vamos</p>
<p>Encostar-te ao paredão. Mas em consideração</p>
<p>Dos teus méritos e das tuas boas qualidades</p>
<p>Escolhemos um bom paredão (revolta) e vamos fuzilar-te (derrotar-te) com</p>
<p>Boas balas (lutas<em>)</em> atiradas por bons fuzis (greves) e enterrar-te (apear-te) com</p>
<p>Uma boa pá (desmascarar-te) debaixo da terra boa (Portugal).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Francisco Tomás</strong></p>
<p><strong>Seixal 04/09/2011</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Deputado deputa!</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 20:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Coordenadora</dc:creator>
				<category><![CDATA[seixal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Deputado que deputa! O Deputado que “dá cá o teu ó meu”! O Deputado que representa! &#160; Com o 25 de Abril de 1974 nasceram e reproduziram-se muitos e variados sonhos na sociedade Portuguesa. Milhares de cidadãos abraçaram o sonho de representarem e defenderem os anseios, os desejos e os sonhos de uma vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Deputado que deputa!</strong></p>
<p><strong>O Deputado que “dá cá o teu ó meu”!</strong></p>
<p><strong>O Deputado que representa!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o 25 de Abril de 1974 nasceram e reproduziram-se muitos e variados sonhos na sociedade Portuguesa. Milhares de cidadãos abraçaram o sonho de representarem e defenderem os anseios, os desejos e os sonhos de uma vida isenta de atrocidades e dificuldades.</p>
<p>Nasceu o desejo e o sonho, em muitos cidadãos, de se sacrificarem de alma e coração, na defesa dos direitos fundamentais dos cidadãos.</p>
<p>Nasceu o desejo e o sonho, de se baterem por políticas solidárias, não discriminativas e também pela defesa dos seus ideais de justiça, partilha, comunhão económica e social, de liberdade e democracia.</p>
<p>Nasceu o desejo e o sonho de defender de forma desinteressada, benévola, romântica e por isso mesmo atraente e revolucionária, de servir os cidadãos, o povo e não se servir deles, os cidadãos e o povo.</p>
<p>Mas eis que os ideais e convicções, foram trocados por benefícios, vantagens e privilégios</p>
<p>em contraposição á miséria crescente, ao desemprego, á retirada de direitos, ao aumento dos anos para atingir uma miserável reforma.</p>
<p>Estes ocupadores de cargos políticos, parecem lapas agarradas ao pote, que quase todos disputam para levarem vantagens económicas, pensões vitalícias chorudas, viagens e estadias pelo mundo enquanto aos cidadãos anónimos são retirados direitos, pensões, subsídios e o emprego.</p>
<p>Mas esses representantes são eleitos, OS CARGOS POLÍTICOS PÚBLICOS NÃO SÃO EMPREGOS NEM PROFISSÕES. PODEM SELO NO SEIO DOS PARTIDOS POLÍTICOS, MAS AÍ OS PARTIDOS QUE SE ENTENDAM COM OS INTERESSES INDIVIDUAIS E COLECTIVOS.</p>
<p>Esses representantes eleitos, têm usurpado os cargos políticos públicos para legislarem, para retirarem vantagens, mordomias e privilégios em relação aos restantes cidadãos e trabalhadores anónimos.</p>
<p>Foi assim quando em 1985 criaram a lei 4/85, de 9 de Abril, criando a pensão vitalícia, mandando às urtigas o conceito de não se servirem do povo.</p>
<p>E são tão criticáveis os que votaram essas leis como todos os que jogaram mão desses privilégios, autênticas provocações aos trabalhadores portugueses.</p>
<p>A provocação e o oportunismo ainda são maiores, quando acumulam a pensão vitalícia com a pensão de reforma, segundo as leis 4/85 e 26/95.</p>
<p>Eu sou daqueles cidadãos, que jamais calarei a minha indignação sobre todos os procedimentos de políticos que se deixam enredar nas teias dos privilégios e retirada de dividendos individuais, quando foram eleitos para servir o povo e não se servir dele.</p>
<p>São todos estes políticos que enlameiam os cargos políticos electivos e fazem o povo proclamar por todo o lado que os políticos são todos iguais, querem é tacho á custa do povo.</p>
<p>È evidente que os patrões sempre tiveram o tacho garantido e cheio com o nosso trabalho, mas estes, lamentavelmente, não nos enganam tanto como aqueles que dizendo que nos defendem, se transformam em trânsfugas.</p>
<p>Este ano de 2011, serão os sacrifícios para os cidadãos anónimos, porque o Estado só com pensões vitalícias, segundo o orçamento, vão custar 9,1 Milhões de euros, tendo um aumento de 4,3% face ao ano passado, mas os aumentos para os trabalhadores anónimos são zero ou pouco mais.</p>
<p>E ainda, há mais 1,6 Milhões de euros para viagens, e ainda, há mais 11,7 Milhões para salários e ainda, há mais 373 Mil euros para avenças privadas.</p>
<p>Podem, todas estas personagens, desfraldar a bandeira da legalidade, feita por eles e para ser usada por eles e por outros, que não tendo votado essas leis não deixam de se servir delas porque lhes dá muita rentabilidade. Se todos estes personagens fossem pessoas íntegras, de moral e princípios políticos sérios, não aceitariam, não recorreriam a tais processos, no mínimo privilegiados e oportunistas, em relação aos seus concidadãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Francisco Tomás</p>
<p>02 de Agosto de 2011</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Balanços ou demissões?</title>
		<link>http://blocoesquerdaseixal.org/caminhando/2011/06/balancos-ou-demissoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 12:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[legislativas]]></category>

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		<description><![CDATA[A classe jornalística, de forma consciente ou por seguidismo e perante a perda de 8 deputados e 270 mil votos, pelo Bloco de Esquerda, não deixou de pressionar, as causas ou causa das perdas do Bloco, focados apenas na demissão do Francisco Louçã. O Bloco de Esquerda, em toda a sua dimensão organizativa e junto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A classe jornalística, de forma consciente ou por seguidismo e perante a perda de 8 deputados e 270 mil votos, pelo Bloco de Esquerda, não deixou de pressionar, as causas ou causa das perdas do Bloco, focados apenas na demissão do Francisco Louçã.</p>
<p>O Bloco de Esquerda, em toda a sua dimensão organizativa e junto de sectores independentes, deve, no meu entendimento, procurar ler os sentimentos, as preocupações, os medos, os desejos etc., que levaram os cidadãos portugueses a não seguir as nossas propostas.</p>
<p>Porque ficaram pura e simplesmente, uma grande parte sem votar, ou procurar outras saídas no quadro partidário das troikas.<span id="more-2613"></span></p>
<p>Tenho, para mim que o povo não é ingrato. Se as pessoas não votaram em nós e já o tinham feito, é porque nós Bloco não soubemos interpretar, ler o seu estado de consciência e adaptarmos as nossas propostas, a nossa mensagem, a nossa organização ao seu estado de compreensão ou seja consciência.</p>
<p>Hoje, tenho a opinião de que nos começamos a afastar do estado de consciência das grandes massas de votantes, nas presidências.</p>
<p>Em tese, o apoio a Manuel Alegre no quadro da necessidade de uma frente contra o neo liberalismo, não seria errado se as pessoas, nomeadamente as que nele votaram a primeira vez, dessem sinais de ampla adesão. Mas não aderiram, não a defenderam nem defendem, não se bateram nem se batem por ela, não a propagaram no seio da família, no seio dos amigos, no seio dos colegas etc.</p>
<p>E nós não soubemos captar esta situação de recuo em relação às anteriores eleições presidenciais. Não soubemos ler os sinais dos novos tempos em Portugal e deixamo-nos influenciar pelo despoletar de novas situações de luta em vários pontos do mundo, nomeadamente no Magreb.</p>
<p>As nossas propostas politicas não foram devidamente trabalhadas em função do nível da consciência desses milhares de cidadãos.</p>
<p>A forma como interviemos na recusa pura e simples de ir a uma reunião com a troika, não terá correspondido ao nível de consciência actual dos cidadãos, não foi por eles compreendido porque não íamos colocar os nossos pontos de vista, as nossas propostas, os nossos argumentos contra a venda de euros, a Portugal, a um preço agiota</p>
<p>Mas quero também chamar á atenção para a forma como envolvemos ou não envolveu, o maior número de cidadãos na feitura, discussão e posterior alteração, das propostas políticas ou de lei, sob as quais queremos organizar os cidadãos para a luta pelos seus interesses.</p>
<p>Tenho consciência de que não é fácil articular a luta parlamentar com o envolvimento das pessoas, dos movimentos ou seja da sociedade. Mas sem este trabalho de envolvimento e ligação constante entre dirigentes e Bloco com os cidadãos “anónimos”, como poderão eles, cidadãos anónimos, sentir que para nós eles contam, afinal os partidos e os ditos políticos não são todos iguais. O Bloco, os seus militantes e dirigentes é com eles que partilhamos sentimentos, preocupações, anseios e desejos para uma vida melhor. Nós, Bloco e eles, cidadãos anónimos, partilhamos tudo e até as propostas e os movimentos concretos que deverão reger as formas de vida da nossa sociedade.</p>
<p>Este meu pensamento reflexivo é um embrião na tentativa de aprofundar a comunicação interpessoal, como uma das mais poderosas vias a ser percorridas de forma ininterrupta, entre nós, Bloco, e os cidadãos ditos anónimos.</p>
<p>Tenho para mim que é por este caminho que devemos avançar no debate da situação objectiva que vivemos e que vivemos. É a realidade concreta da vida e do sentir dos cidadãos, que nos interessa apurar e não demissões ou auto demissões. Os debates e as votações sempre foram colectivos e maioritários. Se houvesse que demitir alguém teríamos que demitir a maioria dos aderentes que sempre tem votado o primado do programa político do bloco.</p>
<p>Como vêem o debate está a passar por aqui e eu em função da minha consciência, não quero que ele termine na minha porta, porque a realidade objectiva da vida e da natureza muda a cada instante. Por esse facto, mais vale fazer, mesmo que á frente vejamos que não foi certo o que fizemos, do que não fazer porque não concluímos o debate ou porque não queremos errar. Mas se não fizermos algo, então erramos de certeza.</p>
<p>Venha daí cada opinião, que certamente cada um tem e que não deve guardar, mas sim contar aos restantes. Só assim procedendo, agora e sempre, poderemos chegar mais perto da verdade.</p>
<p>O nosso debate não é antagónico com a vida, antes é o fruto da vida que pulsa em cada recanto do nosso planeta e em cada mundo constituído pelo animal pensante.</p>
<p>Em muitos locais do planeta há,”fogos” e até ebulição. Mas não me parece que em Portugal estejamos nesse estado. Por cá, a” panela” foi colocada no fogão, mas o lume ainda não foi aceso. Quando o povo disser “dá-me lume”, o Bloco deverá estar pronto a dar-lhe o lume.</p>
<p>Francisco Tomás</p>
<p>Seixal, 12/06/2011</p>
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		</item>
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		<title>Podem ter a certeza!</title>
		<link>http://blocoesquerdaseixal.org/caminhando/2011/06/podem-ter-a-certeza/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 12:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bloco de Esquerda teve, em bom português, uma enorme derrota. Contudo, seja qual for o acordo ortográfico que perfilhemos, derrota não se confunde com resignação ou desalento. Desenganem-se os adversários políticos que, em plena noite eleitoral, profetizavam as exéquias do Bloco e exigiam a cabeça do seu líder. Sabemos onde querem chegar com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Bloco de Esquerda teve, em bom português, uma enorme derrota.<br />
Contudo, seja qual for o acordo ortográfico que perfilhemos, derrota não se confunde com resignação ou desalento.<br />
Desenganem-se os adversários políticos que, em plena noite eleitoral, profetizavam as exéquias do Bloco e exigiam a cabeça do seu líder. Sabemos onde querem chegar com a sua lascívia de “ajudar” o BE a encontrar soluções futuras.<br />
Desengane-se a troika de críticos internos, a quem lhes é rapidamente facultado palco mediático para pedirem a demissão da direcção bloquista. Sabemos das suas ambições pessoais e onde estavam nas batalhas que tivemos de travar.<br />
O que falhou?<span id="more-2609"></span><br />
Esta direcção política do BE foi a mesma que conquistou 16 deputados no Parlamento. Terá cometido erros de estratégia e estaremos cá para reflectir sobre eles.<br />
Temos de reconhecer a influência nestes resultados do contexto internacional que tem levado os países para a direita política, quando a insegurança física e económica condicionam as opções do eleitorado. Os votantes no BE não têm ainda as largas dezenas de anos de fidelidade eleitoral, por vezes geracionalmente transmissível, que lhe proporcione uma base eleitoral estável.</p>
<p>Estranhamente, as 4 principais sondagens na penúltima semana de campanha davam uma média de 35% para o PSD e 36% para o PS num empate técnico oportunamente convidativo ao voto útil.<br />
Acresce ainda um forte factor protagonizado pela comunicação social que elegeu o Bloco como inimigo público e envenenou largos sectores da opinião pública. Por exemplo:<br />
⁃    A 1ª página do DN no primeiro dia de campanha, alinhava as fotos dos candidatos e actividades de campanha, ignorando olimpicamente o BE. João Marcelino dava o mote para o resto da campanha<br />
⁃    A revista Sabado fez uma cobertura inqualificável da campanha do BE, distorcendo a realidade e chegando ao ponto de dizer que a política do BE traduzia-se em retirar dinheiro dos bolsos dos portugueses<br />
⁃    Seria exaustivo enumerar todo o clima mediático de agressividade para com o Bloco.<br />
⁃    Neste cenário nem Jesus Cristo ganhava a Junta de Freguesia de Nª Sª de Fátima!<br />
⁃    Creio firmemente que, paradoxalmente, poderão vir a criar-se condições para o crescimento sustentado da esquerda em Portugal.<br />
⁃    É impensável falar do futuro próximo dessa esquerda sem um PS coerentemente socialista, como era impossível que ela fosse construída no reinado de José Sócrates. Têm a palavra os socialistas.<br />
⁃    O BE pode agora partir para uma paciente e laboriosa tarefa de consolidar as estruturas que não acompanharam o seu crescimento parlamentar. As primeiras reacções dos aderentes vão no sentido de reforço da sua militância. Saberão igualmente recolher e partilhar sábias conclusões.<br />
⁃     Por último e talvez a quetão de maior peso:<br />
⁃    O Mundo está em ebulição. Em lume brando, os jovens acampados numa praça árabe, numa praça europeia ou apenas psicologicamente acampados na revolta pela falta de futuro, poderão constituir a agulha de mudança daqueles que ainda caminham para a resignação e para o fatalismo da exclusão de direitos.<br />
O amanhã pode ser inacreditável. O Mundo já não rola à mera velocidade da democracia pouco representativa. Os espectadores também querem entrar em cena.<br />
⁃    Os partidos que se alhearem desta realidade, ainda em embrião, ficarão cristalizados com os seus apoiantes envolvidos numa capa de egocentrismo.<br />
⁃    Amanhã, será para os bloquistas o primeiro dia de campanha para enfrentar os graves desafios que estão a bater à porta dos portugueses.<br />
⁃    Podem ter a certeza!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Roberto Robles</p>
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		<title>Eleições Legislativas 2011 &#124; Concelho do Seixal</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[legislativas]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2607" title="Captura de ecrã - 2011-06-05, 23.23.04" src="http://blocoesquerdaseixal.org/caminhando/wp-content/uploads/2011/06/Captura-de-ecrã-2011-06-05-23.23.04-e1307364992699.png" alt="" width="460" height="345" /></p>
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		<title>Medida 20: Acesso gratuito a manuais escolares durante a escolaridade obrigatória</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[20 medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>

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		<description><![CDATA[Acesso gratuito a manuais escolares durante a escolaridade obrigatória é a última do pacote de 20 propostas fundamentais que o Bloco apresentou durante a campanha eleitoral das Legislativas 2011. Na União Europeia, as famílias portuguesas são as que mais gastam com a aquisição de manuais escolares devido aos preços exorbitantes, às edições luxuosas e ao facto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acesso gratuito a manuais escolares durante a escolaridade obrigatória é a última do pacote de <a href="http://www.esquerda.net/topics/20%20propostas" target="_blank">20 propostas</a> fundamentais que o Bloco apresentou durante a campanha eleitoral das Legislativas 2011.</p>
<p>Na União Europeia, as famílias portuguesas são as que mais gastam com a  aquisição de manuais escolares devido aos preços exorbitantes, às  edições luxuosas e ao facto de ano após ano acumular-se o desperdício de  manuais quase novos que não voltam a ser utilizados.</p>
<p>O Bloco defende que os manuais escolares têm de ser encarados como  recurso educativo essencial nos processos educativos do ensino  obrigatório, porque o Estado não se pode alhear de proporcionar a todos e  a cada um dos alunos que frequentam a escolaridade obrigatória o acesso  gratuito, e em igualdade de circunstâncias, a estes instrumentos  didáctico-pedagógicos.</p>
<p>Neste sentido, o Bloco propõe:</p>
<p>• A criação de um programa faseado de aquisição em três anos dos manuais escolares<br />
a serem distribuídos a todos os alunos que frequentam a escolaridade obrigatória, e a ser<br />
custeado pelo Ministério da Educação;</p>
<p>• A criação de um sistema universal de empréstimo, a ser organizado pelas escolas, que<br />
deve ter um ciclo de utilização de três anos;</p>
<p>• A obrigatoriedade de separação entre manuais e cadernos de exercícios (com excepção<br />
permitida apenas para o 1.º ciclo) e que esse critério faça parte da grelha de avaliação das<br />
comissões de avaliação e certificação de manuais escolares;</p>
<p>• O apoio à criação de bolsas de empréstimo no ensino secundário, a par  do apoio à aquisição de manuais escolares por via da acção social  escolar.</p>
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		<title>Medida 19: Garantir a manutenção da CGD no domínio público</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:46:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[20 medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>

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		<description><![CDATA[A proposta 19 do Bloco é, “Caixa Geral de Depósitos: O banco público ao serviço das pessoas” (aceda ao pdf da proposta). Esta proposta tem como objectivos garantir: &#8211; a manutenção da CGD no domínio público: &#8211; garantir o acesso ao crédito a pessoas e empresas estratégicas para o desenvolvimento do sector produtivo português; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta 19 do Bloco é, “Caixa Geral de Depósitos: O banco público ao serviço das pessoas” (<a href="http://www.esquerda.net/sites/default/files/PROPOSTA_19_-_CGD_1.pdf" target="_blank">aceda ao pdf da proposta</a>).  Esta proposta tem como objectivos garantir: &#8211; a manutenção da CGD no  domínio público: &#8211; garantir o acesso ao crédito a pessoas e empresas  estratégicas para o desenvolvimento do sector produtivo português; e o  desenvolvimento da economia do país, através das participações em  empresas estratégicas.</p>
<p>A proposta materializa-se em quatro questões:</p>
<p>- Definir na Constituição que a CGD é um banco público, ao serviço dos interesses nacionais.</p>
<p>- Capitalização da CGD, dotando o banco dos recursos necessários à sua actividade.</p>
<p>- Intervenção da CGD na economia através da criação de linhas de  crédito, com juros controlados, para sectores estratégicos na criação de  emprego e para a promoção da produção interna e para exportações.</p>
<p>- A utilização das participações detidas pela CGD em empresas estratégicas para a defesa do desenvolvimento do país.</p>
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		<title>Medida 18: Direito ao voto para os imigrantes</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[20 medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>

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		<description><![CDATA[Beatriz Gomes Dias, candidata do Bloco de Esquerda pelo círculo de Lisboa, disse ao esquerda.net que “a proposta vai no sentido da integração plena dos imigrantes na sociedade portuguesa”. (Aceda ao texto da proposta em pdf) “Neste momento, para terem residência legal os imigrantes têm que pagar impostos, têm que pagar a segurança social e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beatriz Gomes Dias, candidata do Bloco de Esquerda pelo círculo de  Lisboa, disse ao esquerda.net que “a proposta vai no sentido da  integração plena dos imigrantes na sociedade portuguesa”. <em>(Aceda ao <a href="http://www.esquerda.net/sites/default/files/PROPOSTA_18_-_direito_ao_voto_1.pdf" target="_blank">texto da proposta em pdf</a>)</em></p>
<p>“Neste momento, para terem residência legal os imigrantes têm que pagar  impostos, têm que pagar a segurança social e, assim, têm o direito de  viver em Portugal, o direito à saúde, o direito à educação&#8230; mas nós  consideramos que mesmo assim há limitações à sua participação plena, à  cidadania completa”, refere Beatriz.</p>
<p>A candidata do Bloco argumenta que “a integração plena também tem que  passar pela possibilidade de eleger representantes na Assembleia da  República”, salientando que “é extremamente importante para a  representatividade política” e que “a integração passa também por poder  eleger e ser eleito”.</p>
<p>Actualmente, os estrangeiros residentes em Portugal podem votar nas  eleições autárquicas, se houver reciprocidade do país de origem, e nas  eleições para o Parlamento Europeu, para os cidadãos da União Europeia.  Beatriz Gomes Dias explica que o Bloco propõe “que todos os cidadãos  estrangeiros que vivam em Portugal”, há pelo quatro anos, “tenham  direito o voto, quer haja acordos de reciprocidade com o país de  origem”, defendendo “a igualdade nos deveres e nos direitos com os  cidadãos nacionais”.</p>
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